Cavalo em pasto dividido por áreas para diferentes fases de vida
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Quando comecei a estudar manejo de equinos, entendi rapidamente que cada fase da vida dos cavalos precisa de cuidados específicos com relação ao pasto. Para mim, proporcionar um ambiente adequado para cada idade sempre fez toda a diferença na saúde e no bem-estar dos animais. De potro até a fase idosa, ajustar o tipo e o manejo do pasto é uma decisão que afeta desempenho e longevidade.

Por que adequar o pasto à fase do cavalo?

Em todas as minhas visitas ao campo, vejo como cavalos reagem de forma diferente ao ambiente. Cada etapa de desenvolvimento do cavalo exige nutrientes, espaço e tipos de pastagem diferentes. Ignorar isso gera problemas de crescimento, de saúde bucal, digestivos e até comportamentais. Um bom exemplo é o que mostram estudos sobre diferenças odontológicas entre animais criados a pasto e estabulados, onde o manejo alimentar influencia diretamente a saúde geral do cavalo.

O pasto acompanha o cavalo na vida toda: o segredo está em adaptar cada etapa.

Por isso, conheço criadores que já usam assistentes digitais como a Seu haras para organizar e acompanhar o manejo do pasto, tornando esse processo prático e centralizado no WhatsApp. Isso facilita para quem gere haras ou pequenas propriedades, especialmente na hora de mudar o manejo conforme as necessidades do animal.

Fases da vida do cavalo e necessidades de pasto

Em minha experiência, as demandas mudam muito rápido entre potros, adultos em trabalho e cavalos idosos. Veja como costumo avaliar em cada fase:

Potros: desenvolvimento e segurança

Potros crescem depressa e precisam de energia, proteína e minerais para ossos e músculos. O pasto ideal é bem formado, com gramíneas de crescimento rápido como o capim Coast-cross ou Tifton, de preferência já estabelecido para evitar erosão e ingestão de solo.

  • Atenção à altura: pasto entre 10 e 20 cm.
  • Evite áreas muito úmidas, para prevenir doenças como laminite.
  • Cuidado com plantas tóxicas, que potros curiosos podem experimentar.

Vejo muitos criadores organizando rodízios curtos para não sobrecarregar o solo nem permitir crescimento excessivo da forragem, conferindo tudo usando relatórios digitais, como o que a Seu haras permite gerar automaticamente.

Adultos em trabalho: energia e qualidade

Cavalos em pleno treinamento, reprodução ou provas precisam de pastagens com mais volume, folhas macias e alto valor nutricional. O capim-elefante, Braquiária e Tifton, bem manejados, são escolhas que sempre indico devido à sua digestibilidade.

  • Divida piquetes para evitar superpastejo.
  • Monitore o estado dos cascos e da pelagem; sinais de deficiência nem sempre aparecem de imediato.
  • Mantenha fontes de água limpa em todos os piquetes.

Já trabalhei com equipes que controlavam tudo na planilha e depois percebiam que detalhar isso no WhatsApp, como faz a Seu haras, era bem mais prático, principalmente para lembrar trocas de piquete e períodos de descanso do solo.

Cavalos idosos: digestibilidade e controle

Com a idade, os cavalos têm menor capacidade de mastigar e digerir pastagens fibrosas. Pastos de folhas finas e tenras, como Tifton irrigado ou capim Quicuio, facilitam a mastigação e evitam engasgos.

  • Mantenha o pasto na altura de 10 a 15 cm.
  • Alterne áreas para evitar solo compactado (ajuda na mobilidade do idoso).
  • Pastoreio rotacionado é ainda mais necessário para manter a forragem sempre rebrota e macia.

Além disso, sempre monitoro o comportamento do cavalo para sinais de dificuldade, como perda de peso, mudança no padrão de pastejo ou letargia. No meu dia a dia, vejo que a maior dificuldade é o controle desses detalhes, mas com avisos e lembretes modernos, como os da Seu haras —, essa rotina fica leve até mesmo para quem tem haras grandes.

Cavalos de diferentes idades pastando juntos em gramado verde

Como avaliar o pasto na prática?

Olhando para o campo, sempre observo alguns pontos:

  • Cor e vigor da forragem (um verde intenso indica nutrientes disponíveis).
  • Presença de falhas ou solo exposto indica superpastejo ou compactação.
  • Cheiro: pastos saudáveis têm aroma fresco, sem cheiro de mofo ou podre.
  • Pés de plantas: gramíneas com muitas folhas são melhores que aquelas com caule exposto.
  • Quantidade de plantas invasoras ou tóxicas, sempre retire imediatamente.

Além desses pontos práticos, costumo consultar dados históricos da propriedade, que consigo registrar numa plataforma como a Seu haras, tornando o acompanhamento de lotação, adubação e períodos de descanso mais organizado e fácil de acessar, mesmo à distância.

Pessoa avaliando gramado em haras com caderno na mão

Erros comuns que vejo ao avaliar pastos

Nem sempre quem cria cavalos percebe alguns padrões que geram problemas persistentes:

  • Ignorar manchas de solo: falhas de cobertura podem virar erosões.
  • Trocar pasto apenas quando “acaba”: o ideal é fazer revezamento programado.
  • Não analisar qualidade da água disponível.
  • Eliminar todo mato: alguns podem ser nutritivos, desde que não sejam tóxicos.
  • Dar preferência a pastos muito altos para adultos e arriscar indigestão em potros.

Quando presencio essas situações, oriento ajustar o manejo imediatamente. O acompanhamento sempre foi a chave, e, pela tecnologia, ficou mais prático agendar essas tarefas, planejar os rodízios e registrar observações.

Dicas para manter o pasto ideal na rotina

Gosto de deixar anotadas algumas orientações que funcionam para todas as fases, e assim compartilho com criadores e colegas:

  • Rodeie potros em piquetes de menor tamanho, permitindo descanso e renovação rápida.
  • Ofereça sombra natural suficiente para todo o lote.
  • Inclua leguminosas nas áreas de adultos, enriquecendo a qualidade proteica.
  • Identifique plantas tóxicas e as retire assim que surgirem.
  • Anote informações detalhadas (altura, aparência, tipo de gramínea) para conversar melhor com agrônomos e veterinários.

Percebo que reunir esses dados num sistema central, podendo enviar fotos e descrições pelo próprio WhatsApp, faz a rotina andar e diminui erros, além de fortalecer as decisões sobre nutrição, sanidade e bem-estar.

Conclusão

Quando penso na longevidade e no desempenho de um cavalo, sempre chego à mesma conclusão: a base está no pasto adequado para cada etapa da vida. Acompanhar rotinas, marcar trocas, registrar todo detalhe importa, e com soluções como a Seu haras, manter esse controle nunca foi tão simples. Convido você a conhecer o projeto Seu haras, experimentar essa praticidade e transformar o dia a dia no seu haras, seja pequeno ou grande. Faça da gestão do pasto um aliado da saúde e da tranquilidade dos seus cavalos!

Perguntas frequentes sobre avaliação e manejo de pasto para cavalos

O que é pasto ideal para cavalos?

O pasto ideal é aquele que oferece cobertura uniforme, gramíneas de alta qualidade, livre de plantas tóxicas, com altura e densidade adequadas à idade do animal, além de fácil acesso a sombra e água limpa. Ele garante nutrientes, segurança e conforto para o cavalo crescer e envelhecer de forma saudável.

Como escolher pasto para potros?

O ideal é escolher pastagens já estabelecidas de gramíneas macias e nutritivas, como Tifton, com altura entre 10 e 20 cm e sem áreas úmidas ou plantas invasoras. É importante assegurar que o pasto seja seguro e favoreça o desenvolvimento dos ossos e músculos dos potros.

Quais plantas evitar no pasto do cavalo?

Algumas plantas são perigosas, como erva-de-rato, mamona, senna, e algumas espécies de leguminosas tóxicas. Sempre faço uma inspeção regular para remover essas plantas assim que aparecem no campo, pois mesmo pequenas quantidades podem ser prejudiciais para qualquer fase do cavalo.

Quantas vezes trocar o pasto do cavalo?

O ideal é realizar o rodízio conforme o crescimento da forragem, geralmente a cada 1 a 4 semanas, dependendo do clima e do tipo de gramínea. Fazer o acompanhamento com registros ajuda muito a não sobrecarregar o solo e sempre garantir alimento de qualidade para os animais.

Qual o melhor capim para cavalos idosos?

Prefiro gramíneas de folhas finas e mais tenras, como o Tifton e o Quicuio, já que são fáceis de mastigar e digerir. Esses capins evitam problemas digestivos e contribuem para que o cavalo idoso mantenha boa condição corporal.

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Kelvyn

Sobre o Autor

Kelvyn

Kelvyn é um especialista em tecnologia com vasta experiência em soluções digitais voltadas para o agronegócio, especialmente para otimizar e facilitar a rotina de criadores de cavalos. Entusiasta da inovação, Kelvyn dedica-se a desenvolver ferramentas práticas que tornam o gerenciamento de haras mais eficiente e acessível, trazendo a inteligência artificial para o cotidiano rural. Seu compromisso é ajudar criadores de todos os portes a conquistarem mais controle e organização, usando soluções simples e intuitivas.

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